quinta-feira, 25 de março de 2021

Segurança alimentar - 5

  

Continuação da série iniciada em Seguranca alimentar - 1. 



Tradução de: en.wikipedia.org - Food security 


Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar


A Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar, realizada em Roma em 1996, teve como objetivo renovar um compromisso global na luta contra a fome. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) convocou a cúpula em resposta à desnutrição generalizada e à crescente preocupação com a capacidade da agricultura de atender às necessidades alimentares futuras. A conferência produziu dois documentos importantes, a Declaração de Roma sobre Segurança Alimentar Mundial e o Plano de Ação da Cúpula Mundial da Alimentação. [5] [53] 


A Declaração de Roma apelou aos membros das Nações Unidas para trabalharem para reduzir pela metade o número de pessoas cronicamente desnutridas na Terra até o ano de 2015. O Plano de Ação estabeleceu uma série de metas para organizações governamentais e não governamentais para alcançar a segurança alimentar, nos níveis individual, familiar, nacional, regional e global. 


Outra Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar foi realizada na sede da FAO em Roma entre 16 e 18 de novembro de 2009. [54]  A decisão de convocar a cúpula foi tomada pelo Conselho da FAO em junho de 2009, sob proposta do Diretor-Geral da FAO, Dr. Jacques Diouf. Chefes de Estado e de governo participaram desta cúpula. 


Pilares da segurança alimentar


A OMS afirma que existem três pilares que determinam a segurança alimentar: disponibilidade alimentar, acesso aos alimentos e uso e mau uso dos alimentos. [55]  A FAO acrescenta um quarto pilar: a estabilidade das três primeiras dimensões da segurança alimentar ao longo do tempo. [7]  Em 2009, a Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar afirmou que os "quatro pilares da segurança alimentar são disponibilidade, acesso, utilização e estabilidade". [10]  


O crescimento da produção de alimentos tem sido maior do que o crescimento da população. A comida por pessoa aumentou desde 1961. Fonte de dados: Food and Agriculture Organization. 



Disponibilidade 


A disponibilidade de alimentos está relacionada ao fornecimento de alimentos por meio da produção, distribuição e troca. [56]  A produção de alimentos é determinada por uma variedade de fatores, incluindo propriedade e uso da terra; manejo do solo; seleção, melhoramento e manejo de safras; pecuária e manejo; e colheita. [57]  A produção agrícola pode ser afetada por mudanças nas chuvas e temperaturas. [56]  O uso de terra, água e energia para cultivar alimentos frequentemente compete com outros usos, que podem afetar a produção de alimentos. [58]  A terra usada para a agricultura pode ser usada para urbanização ou perdida para desertificação, salinização e erosão do solo devido a práticas agrícolas insustentáveis. [58]  A produção agrícola não é necessária para que um país alcance a segurança alimentar. As nações não precisam ter os recursos naturais necessários para produzir safras a fim de alcançar a segurança alimentar, como visto nos exemplos do Japão [59] [60] e Singapura. [61]  


Crescimento do Abastecimento Mundial de Alimentos (base calórica) per capita.


 

Como os consumidores de alimentos superam os produtores em todos os países, [61] os alimentos devem ser distribuídos para diferentes regiões ou nações. A distribuição de alimentos envolve o armazenamento, processamento, transporte, embalagem e comercialização de alimentos. [57]  A infraestrutura da cadeia alimentar e as tecnologias de armazenamento nas fazendas também podem afetar a quantidade de alimentos desperdiçados no processo de distribuição. [58]  Uma infraestrutura de transporte deficiente pode aumentar o preço do fornecimento de água e fertilizantes, bem como o preço do transporte de alimentos para os mercados nacionais e globais. [58]  Em todo o mundo, poucos indivíduos ou famílias são continuamente autossuficientes para obter alimentos. Isso cria a necessidade de uma troca, troca ou economia de dinheiro para adquirir alimentos. [56]  A troca de alimentos requer sistemas de comércio e instituições de mercado eficientes, o que pode afetar a segurança alimentar. [62]  Os suprimentos mundiais de alimentos per capita são mais do que adequados para fornecer segurança alimentar a todos e, portanto, o acesso aos alimentos é uma barreira maior para alcançar a segurança alimentar. [61]  


Acesso 


O acesso aos alimentos se refere à disponibilidade e distribuição dos alimentos, bem como às preferências de indivíduos e famílias. [56]  O Comitê de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais da ONU observou que as causas da fome e da desnutrição muitas vezes não são a escassez de alimentos, mas a incapacidade de acessar os alimentos disponíveis, geralmente devido à pobreza. [11]  A pobreza pode limitar o acesso aos alimentos e também pode aumentar a vulnerabilidade de um indivíduo ou família aos picos de preços dos alimentos. [62]  O acesso depende se a família tem renda suficiente para comprar alimentos a preços vigentes ou se tem terra e outros recursos suficientes para cultivar seus próprios alimentos. [63]  Famílias com recursos suficientes podem superar colheitas instáveis e escassez local de alimentos e manter seu acesso aos alimentos. [61] 



As cabras são uma parte importante da solução para a segurança alimentar global porque 

precisam de pouca manutenção e são fáceis de criar e cultivar.  



Existem dois tipos distintos de acesso aos alimentos: acesso direto, em que uma família produz alimentos usando recursos humanos e materiais, e acesso econômico, em que uma família compra alimentos produzidos em outro lugar. [57]  A localização pode afetar o acesso aos alimentos e o tipo de acesso de que a família dependerá. [63]  Os bens de uma família, incluindo renda, terra, produtos do trabalho, heranças e presentes podem determinar o acesso de uma família aos alimentos. [57]  No entanto, a capacidade de acessar alimentos suficientes pode não levar à compra de alimentos em vez de outros materiais e serviços. [62]  A demografia e os níveis de educação dos membros do agregado familiar, bem como o sexo do chefe do agregado familiar, determinam as preferências do agregado familiar, o que influencia o tipo de alimento que é comprado. [63]  O acesso de uma família a alimentos nutritivos e suficientes pode não garantir a ingestão alimentar adequada de todos os membros da família, visto que a alocação de alimentos dentro da casa pode não atender suficientemente às necessidades de cada membro da família. [62]  O USDA acrescenta que o acesso aos alimentos deve estar disponível de maneiras socialmente aceitáveis, sem, por exemplo, recorrer a suprimentos alimentares de emergência, catar lixo, roubar ou outras estratégias de enfrentamento. [6]  


Utilização 


O próximo pilar da segurança alimentar é a utilização dos alimentos, que se refere ao metabolismo dos alimentos pelos indivíduos. [61]  Uma vez que o alimento é obtido por uma família, uma variedade de fatores afetam a quantidade e a qualidade dos alimentos que chegam aos membros da família. Para alcançar a segurança alimentar, o alimento ingerido deve ser seguro e deve ser suficiente para atender às necessidades fisiológicas de cada indivíduo. [62]  A segurança alimentar afeta a utilização dos alimentos, [56] e pode ser afetada pelo preparo, processamento e cozimento dos alimentos na comunidade e na casa. [57]  Os valores nutricionais [56] da família determinam a escolha do alimento, [57] e se a comida atende às preferências culturais é importante para a utilização em termos de bem-estar psicológico e social. [64]  O acesso aos cuidados de saúde é outro determinante da utilização dos alimentos, uma vez que a saúde dos indivíduos controla como os alimentos são metabolizados. [57]  Por exemplo, os parasitas intestinais podem retirar nutrientes do corpo e diminuir a utilização dos alimentos. [61]  O saneamento também pode diminuir a ocorrência e a disseminação de doenças que podem afetar a utilização dos alimentos. [57] [65]  A educação sobre nutrição e preparação de alimentos pode afetar a utilização dos alimentos e melhorar este pilar da segurança alimentar. [61]  


Estabilidade 


A estabilidade alimentar refere-se à capacidade de obter alimentos ao longo do tempo. A insegurança alimentar pode ser transitória, sazonal ou crônica. [57]  Na insegurança alimentar transitória, os alimentos podem ficar indisponíveis durante certos períodos de tempo. [62]  No nível da produção de alimentos, desastres naturais [62] e secas [57] resultam em quebra de safra e diminuição da disponibilidade de alimentos. Os conflitos civis também podem diminuir o acesso aos alimentos. [62]  A instabilidade nos mercados, resultando em picos nos preços dos alimentos, pode causar insegurança alimentar transitória. Outros fatores que podem causar temporariamente insegurança alimentar são a perda de emprego ou produtividade, que pode ser causada por doenças. A insegurança alimentar sazonal pode resultar do padrão regular das estações de cultivo na produção de alimentos. [57] 


A insegurança alimentar crônica (ou permanente) é definida como a falta persistente e prolongada de alimentos adequados. [62]  Nesse caso, as famílias correm o risco constante de não conseguirem adquirir alimentos para atender às necessidades de todos os membros. A insegurança alimentar crônica e transitória estão vinculadas, uma vez que a recorrência da segurança alimentar transitória pode tornar as famílias mais vulneráveis à insegurança alimentar crônica. [57]  


Referências


53."World Food Summit: Basic Information". Fas.usda.gov. February 22, 2005. Archived from the original on 2011-02-04.  


54."World Summit on Food Security" (PDF). fao.org. 2009. 


55.WHO. "Food Security".  


56.Gregory, P. J.; Ingram, J. S. I.; Brklacich, M. (29 November 2005). "Climate change and food security". Philosophical Transactions of the Royal Society B: Biological Sciences. 360 (1463): 2139–2148. doi:10.1098/rstb.2005.1745. PMC 1569578. PMID 16433099.  


57.FAO (1997). "The food system and factors affecting household food security and nutrition". Agriculture, food and nutrition for Africa: a resource book for teachers of agriculture. Rome: Agriculture and Consumer Protection Department. 


58.Godfray, H. C. J.; Beddington, J. R.; Crute, I. R.; Haddad, L.; Lawrence, D.; Muir, J. F.; Pretty, J.; Robinson, S.; Thomas, S. M.; Toulmin, C. (28 January 2010). "Food Security: The Challenge of Feeding 9 Billion People". Science. 327 (5967): 812–818. Bibcode:2010Sci...327..812G. doi:10.1126/science.1185383. PMID 20110467.  


59.Lama, Pravhat (2017). "Japan's Food Security Problem: Increasing Self-sufficiency in Traditional Food". IndraStra Global (7): 7. doi:10.6084/m9.figshare.5220820.  


60.Food self-sufficiency rate fell below 40% in 2010, Japan Times, Aug. 12, 2011.  


61.Tweeten, Luther (1999). "The Economics of Global Food Security". Review of Agricultural Economics. 21(2): 473–488. doi:10.2307/1349892. JSTOR 1349892. S2CID 14611170.  


62.Ecker and Breisinger (2012). The Food Security System (PDF). Washington, D.D.: International Food Policy Research Institute. pp. 1–14. 


63.Garrett, J; Ruel, M (1999). Are Determinants of Rural and Urban Food Security and Nutritional Status Different? Some Insights from Mozambique (PDF). Washington, D.C.: International Food Policy Research Institute.   


64.Loring, Philip A.; Gerlach, S. Craig (2009). "Food, Culture, and Human Health in Alaska: An Integrative Health Approach to Food Security". Environmental Science and Policy. 12 (4): 466–78. doi:10.1016/j.envsci.2008.10.006.   


65.Petrikova Ivica, Hudson David (2017). "Which aid initiatives strengthen food security? Lessons from Uttar Pradesh"(PDF). Development in Practice. 27 (2): 220–233. doi:10.1080/09614524.2017.1285271. S2CID 157237160.   

 

sábado, 13 de março de 2021

Segurança alimentar - 4

    

Continuação da série iniciada em Seguranca alimentar - 1. 



Tradução de: en.wikipedia.org - Food security 


Segurança alimentar por país



Porcentagem da população que passa fome, Programa Mundial de Alimentos, 2020.



Afeganistão


No Afeganistão, cerca de 35% das famílias têm insegurança alimentar. A prevalência de baixo peso, nanismo e emaciação (perda de massa muscular e de gordura) em crianças com menos de 5 anos de idade também é muito alta. [32]  


China


A persistência de mercados úmidos foi descrita como "crítica para garantir a segurança alimentar urbana", [33] [34] particularmente nas cidades chinesas. [35]  A influência dos mercados úmidos na segurança alimentar urbana inclui o preço dos alimentos e a acessibilidade física. [35]  


Chamando o desperdício de alimentos de "vergonhoso", o secretário-geral do Partido Comunista Chinês, Xi Jinping, enfatizou que deveria haver um sentimento de crise em relação à segurança alimentar. Em 2020, a China testemunhou um aumento nos preços dos alimentos, devido ao surto de COVID-19 e inundações em massa que destruíram as safras do país, o que fez da segurança alimentar uma prioridade para Jinping. [36] 


México


A insegurança alimentar tem sido um problema para o México ao longo de sua história. Embora a disponibilidade de alimentos não seja o problema, graves deficiências no acesso aos alimentos contribuem para a insegurança. Entre 2003 e 2005, o suprimento total de alimentos mexicanos foi bem acima do suficiente para atender às necessidades da população mexicana, com média de 3.270 quilocalorias per capita diário, acima dos requisitos mínimos de 1.850 quilocalorias per capita diário. No entanto, pelo menos 10% da população em cada estado mexicano sofre de acesso inadequado aos alimentos. Em nove estados, 25–35 por cento vivem em famílias com insegurança alimentar. Mais de 10% das populações de sete estados mexicanos se enquadram na categoria de Insegurança Alimentar Grave. [37]     


A questão da inacessibilidade alimentar é ampliada pela desnutrição infantil crônica, bem como pela obesidade em crianças, adolescentes e família. [38]


O México é vulnerável à seca, que pode prejudicar ainda mais a agricultura. [39] 


Singapura 


Em 2019, Singapura conseguiu produzir apenas 13% dos vegetais folhosos, 24% dos ovos e 9% dos peixes. Em 1965, ainda era capaz de produzir 60% de sua demanda de hortaliças, 80% de suas aves e 100% de seus ovos. Em 2019, anunciou o lançamento do programa "30 por 30", que visa reduzir drasticamente sua insegurança alimentar por meio de fazendas hidropônicas e fazendas de aquicultura. [40] [41]  


Estados Unidos 


O Departamento de Agricultura define a insegurança alimentar como "disponibilidade limitada ou incerta de alimentos nutricionalmente adequados e seguros ou capacidade limitada ou incerta de adquirir alimentos aceitáveis de formas socialmente aceitáveis." [42] A segurança alimentar é definida pelo USDA como "acesso de todas as pessoas em todos os momentos, comida suficiente para uma vida ativa e saudável." [43]  



Infográfico sobre a insegurança alimentar nos EUA.



As Pesquisas Nacionais de Segurança Alimentar são a principal ferramenta de pesquisa usada pelo USDA para medir a segurança alimentar nos Estados Unidos. Com base nas respostas dos entrevistados às perguntas da pesquisa, a família pode ser colocada em um continuum de segurança alimentar definido pelo USDA. Este continuum tem quatro categorias: segurança alimentar elevada, segurança alimentar marginal, segurança alimentar baixa e segurança alimentar muito baixa. [42]  O continuum da segurança alimentar varia de famílias que têm acesso consistente a alimentos nutritivos até famílias em que pelo menos um ou mais membros ficam sem comida por motivos econômicos. [44] O relatório número 155 do Serviço de Pesquisa Econômica (ERS-155) estima que 14,5 por cento (17,6 milhões) das famílias dos EUA estavam com insegurança alimentar em algum momento de 2012.  


Em 2016, 2017 e 2018: [45] [46] [47]  


  • 11,1 por cento (14,3 milhões) das famílias dos Estados Unidos tiveram insegurança alimentar em algum momento durante 2018.

  • Em 6,8 por cento das famílias com crianças, apenas os adultos tinham insegurança alimentar em 2018.

  • Tanto as crianças como os adultos apresentavam insegurança alimentar em 7,1 por cento das famílias com crianças (2,7 milhões de famílias) em 2018.

  • 11,8 por cento (15,0 milhões) dos lares dos EUA tiveram insegurança alimentar em algum momento durante 2017.

  • 7,4 por cento (9,4 milhões) das famílias dos EUA tinham baixa segurança alimentar em 2016.

  • 4,9 por cento (6,1 milhões) das famílias dos EUA tiveram segurança alimentar muito baixa em algum momento durante 2016.

  • Tanto as crianças como os adultos apresentavam insegurança alimentar em 8,0 por cento das famílias com crianças (3,1 milhões de famílias).


República Democrática do Congo  


A República Democrática do Congo é o segundo maior país da África e está lidando com a insegurança alimentar. Embora tenham abundância de recursos naturais, não têm acesso a alimentos essenciais, o que dificulta o dia a dia do povo congolês. A desnutrição é alta entre as crianças, o que afeta sua capacidade, e as crianças que vivem em áreas rurais são mais afetadas do que as que vivem em áreas urbanas. [48]  Na República Democrática do Congo, cerca de 33% das famílias têm insegurança alimentar; é de 60% nas províncias do leste. [49]  Um estudo mostrou a correlação de insegurança alimentar afetando negativamente os adultos HIV em risco na República Democrática do Congo. [49]  


Em 2007–2008, os preços dos grãos aumentaram e a população da República Democrática do Congo entrou em agitação civil. Houve motins e protestos. A fome é frequente no país, mas às vezes chega ao extremo de que muitas famílias não têm dinheiro para comer todos os dias. [50]  O comércio de carne de caça foi usado para medir a tendência da segurança alimentar. A tendência significa a quantidade de consumo em áreas urbanas e rurais. As áreas urbanas consomem principalmente carne de caça porque não podem comprar outros tipos de carne. [51]  


Feed the Future 


Em 2010, o governo dos Estados Unidos deu início à iniciativa Feed the Future (“Alimente o Futuro”). [52]  Espera-se que a iniciativa funcione com base nas prioridades do país, que exigem apoio consistente dos governos, organizações doadoras, setor privado e sociedade civil para cumprir suas metas de longo prazo. [52]  


Sudão do Sul


A ONU já estimava em 2019 que 5,5 milhões de pessoas poderiam passar fome em 2020 no Sudão do Sul. [ONU News, 2019]  As Forças do Governo do Sudão do Sul foram acusadas de estar privando de recursos necessários à sua sobrevivência comunidades que vivem em áreas controladas pela oposição, representando tática que usa a fome como método de guerra. Desde 2013, um conflito interno causou sofrimento à população civil, resultando em níveis impressionantes de insegurança alimentar aguda e desnutrição. [ONU News, 2020]    


Levantamentos recentes apresentavam a dimensão do problema e a gravidade da fome. De uma população de 12 milhões de pessoas no país, 3 milhões sofrem de insegurança alimentar severa, com muitas comunidades vivendo em regiões isoladas, onde o acesso da ajuda humanitária por terra é difícil ou impossível, agravando a situação de insegurança alimentar. [CICV]  

 


Referências


CICV - Fome no Sudão do Sul - www.icrc.org 


ONU News (2019). Cerca de 5,5 milhões de pessoas podem passar fome no Sudão do Sul em 2020. 12 dezembro 2019. - news.un.org  


ONU News (2020). Fome é usada como método de guerra no Sudão do Sul, diz relatório. 6 outubro 2020. - news.un.org  


32.Rasul, Golam; Hussain, Abid; Mahapatra, Bidhubhusan; Dangol, Narendra (2018-01-01). "Food and nutrition security in the Hindu Kush Himalayan region". Journal of the Science of Food and Agriculture. 98 (2): 429–438. doi:10.1002/jsfa.8530. ISSN 1097-0010. PMID 28685828. 


33.Morales, Alfonso (June 2009). "Public Markets as Community Development Tools". Journal of Planning Education and Research. 28 (4): 426–440. doi:10.1177/0739456X08329471. ISSN 0739-456X. S2CID 154349026. 


34.Morales, Alfonso (February 2011). "Marketplaces: Prospects for Social, Economic, and Political Development". Journal of Planning Literature. 26 (1): 3–17. doi:10.1177/0885412210388040. ISSN 0885-4122. S2CID 56278194. 


35.Zhong, Taiyang; Si, Zhenzhong; Crush, Jonathan; Scott, Steffanie; Huang, Xianjin (2019). "Achieving urban food security through a hybrid public-private food provisioning system: the case of Nanjing, China". Food Security. 11 (5): 1071–1086. doi:10.1007/s12571-019-00961-8. ISSN 1876-4517. S2CID 199492034. 


36."'Operation empty plate': Xi Jinping makes food waste his next target". The Guardian 


37."Food Security and Nutrition in Mexico" (PDF). 


38.Urquía-Fernández, Nuria (2014). "Food security in Mexico". Salud Pública de México. 56: s92–s98. PMID 25649459. Archived from the original on 2017-09-27. 


39.Appendini, Kirsten; Liverman, Diana (1994). "Agricultural policy, climate change and food security in Mexico". Food Policy. 19 (2): 149–64. doi:10.1016/0306-9192(94)90067-1. 


40."Singapore sets 30% goal for home-grown food by 2030". The Straits Times. 


41."30 by 30: Boosting food security in land-scarce Singapore | ASEAN Today". 


42."Food Security in the U.S." Economic Research Service.  


43."Food Security in the U.S." Economic Research Service.  


44."USDA ERS - Measurement". www.ers.usda.gov. 


45."USDA ERS - Key Statistics & Graphics". www.ers.usda.gov.


46."USDA ERS - Key Statistics & Graphics". www.ers.usda.gov. 


47."USDA ERS - Key Statistics & Graphics". www.ers.usda.gov. 


48.Kandala, Ngianga-Bakwin; Madungu, Tumwaka P; Emina, Jacques BO; Nzita, Kikhela PD; Cappuccio, Francesco P (2011-04-25). "Malnutrition among children under the age of five in the Democratic Republic of Congo (DRC): does geographic location matter?". BMC Public Health. Springer Science and Business Media LLC. 11 (1): 261. doi:10.1186/1471-2458-11-261. ISSN 1471-2458. PMC 3111378. PMID 21518428. 


49.Masika Musumari, Patou; Wouters, Edwin; Kalambayi Kayembe, Patrick; Kiumbu Nzita, Modeste; Mutindu Mbikayi, Samclide; Suguimoto, S. Pilar; Techasrivichien, Teeranee; Wellington Lukhele, Bhekumusa; El-saaidi, Christina; Piot, Peter; Ono-Kihara, Masako; Kihara, Masahiro (2014-01-15). "Food Insecurity Is Associated with Increased Risk of Non-Adherence to Antiretroviral Therapy among HIV-Infected Adults in the Democratic Republic of Congo: A Cross-Sectional Study". PLOS ONE. 9 (1): e85327. Bibcode:2014PLoSO...985327M. doi:10.1371/journal.pone.0085327. PMC 3893174. PMID 24454841. 


50."Full Planet, Empty Plates" (PDF). www.earth-policy.org.  


51."The bushmeat market in Kisangani, Democratic Republic of Congo: implications for conservation and food security"(PDF). www.cambridge.org. 


52.Overview Factsheet oct 2012. Archived August 20, 2013, at the Wayback Machine the Future.